Desculpa-me Mundo…

Desculpa-me Mundo, se achava que te poderia mudar…
Desculpa-me Mundo, se com a minha inocência acreditava que poderia fazer a diferença…
Desculpa-me Mundo, por pensar que era capaz de converter todos aos verdadeiros valores.
Quem era eu para pensar que tu, Mundo, poderias ser um sítio bem melhor?
Quem era eu para pensar que poderíamos viver num Mundo onde prevaleceria o bem dos mais necessitados em vez dos interesses das grandes potências económicas?
Quem era eu, para pensar que poderia existir concordância entre as diferentes formas de pensar?
Quem era eu, para pensar que viveríamos num Mundo exato?
Santa inocência à minha, não é verdade?
Santa inocência, que acreditava que todos viveríamos em comunidade.
Santa inocência a minha, que acreditava que um dia encontraríamos a paz na Terra.
Santa inocência a minha, que insiste em aperfeiçoar este pequeno sítio.
Santa inocência a minha, que ainda acredite que todos pensam com a melhor das intenções.
Mas a verdade é que prefiro permanecer-me assim, sem ter que me converter aos modos que existem neste Mundo.
Não te consigo mudar,  nem consigo tornar-te perfeito, mas enquanto existir a minha diferença ainda permanece a esperança de que esta minha inocência venha a ser transmitida a todos.
Não uma inocência que passe a ser um modelo fundamentalista, nem visto como algo sobrevalorizado, mas sim, como forma de perturbar as mentes que destroem todos os dias os verdadeiros valores.
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