Somos todos iguais…

“Pede-se o favor para se descobrir enquanto permanecer dentro do cemitério.”. Foi isto que encontrei à entrada do cemitério de Milheirós…
Durante alguns segundos refleti e tentei perceber o que aquela pessoa, que colocou a frase, quereria dizer com aquilo.
Apenas me surgiu uma única coisa: é
 ali que um dia todos nós iremos parar. É a coisa mais certa que temos. 
Não adianta andarmos com muito rancor, não faz sentido nenhum andarmos chateados com coisas mínimas e que mais tarde não ficarão connosco. Não vale a pena termos tanto orgulho.
No final, quando nos deslocarmos àquele sítio, perceberemos que somos todos iguais e que acabaremos recordados por aquilo que fizemos. Por isso, caros amigos, peço-vos que se descubram e que tentem mudar para que melhorem enquanto pessoas. Não deixem nada por fazer, nem nada por dizer, mas mesmo nada…
Façam com que tudo o que aconteça aqui valha a pena, para que mais tarde as recordações sejam feitas com lágrimas de uma alegria imensa.
Não se deixem levar pelo materialismo que apenas destrói.
Não se deixem levar pelo materialismo, mas sim pelas relações que nos completam e nos dão sentido à vida.
Termino com a grande frase do Raul Solnado: 
“Façam o favor de serem felizes!”.
Sejam felizes à séria, sem máscaras, nem falsos sorrisos.
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